
Começo a detestar amargamente a noite.
Ao anoitecer, a solidão entra pela porta de minha casa e não me larga até amanhecer novamente. Esta solidão traz-me a tua lembrança e um imenso aperto no coração. Aperto este, que por sua vez me esmaga os pulmões e tapa os meus orificios nasais, que me sufoca.
Hoje as minhas lágrimas fizeram greve. Decidiram parar de cair até o meu coração voltar a ser o mesmo.
E fazem elas bem. Já me fartei de chorar por quem nem sequer as merece.
:(
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